Temor
Ultimamente essa palavra, temor,
me faz refletir. Uma reflexão tanto quanto cultural, percebendo a partir do meu
contato com tantas pessoas, o quanto é pertinente. Ela também aparece em alguns
programas, livros, palestras, de pessoas que eu admiro e que também discutem
essa questão. Uma vez que o temor nos impede de realizar tantos projetos, e que
acaba ficando só no plano das ideias, muitas vezes jamais realizados, uma pena!
O temor, sinônimo de medo, parceiro do será… Sentimento que paralisa, que não
resolve e não estimula, muito pelo contrário nos impede, nos deprime, no
sentido da palavra cair, ficar lá em baixo. E o que vemos são pessoas cada vez
mais, entrando na zona de conforto, desistindo dos projetos, e o pior
desistindo dos sonhos. E nesse momento
poderíamos nos perguntar, o que fazer para driblar o temor, esse sentimento de
negação e não de desafio para a realização? Acredito muito na sintonia, como se
fossemos uma grande antena que vai sintonizando, mas não pode ser uma sintonia
aleatória, precisa saber o que se quer sintonizar e o que é importante para
mim, o que de fato irá me fazer feliz, ou melhor, o sentimento de realização de
possibilidades e não de dificuldades de derrota. Pense naqueles momentos em que
realizamos milagres, algo tão bem feito, aquela sensação de coisa boa
realizada. Entre nessa estação, sinta como é bom estar ali, como você é capaz.
Não fique na sintonia do que não foi tão bom, embora seja muito mais fácil,
parece até que é normal, valorizar o que foi ruim, o que não deu certo. Diga um
grande não para as sensações de perda, de fracasso, e mais uma vez sintonize o
que de fato é você, sua verdadeira sintonia. Experimente, qual é a sensação,
aquela de conquista, de dias felizes, ficando ao seu lado, valorizando suas ideias
e feitos. Dessa maneira não há temor que te segure, não há medo que te impeça
de realizar, todos os seus projetos, de reencontrar todos os seus sonhos!
Texto inspirado na obra de HENRI
MATISSE)




ilenice
Nesse momento
poderíamos nos perguntar, o que fazer para driblar o temor, esse sentimento de
negação e não de desafio para a realização?
Para mim essa pergunta já está respondida.
Eu gostaria muito de te agradecer.
Fiz com você o curso de contador de histórias, e após minha apresentação, seu comentário foi que eu tinha que confiar mais em mim e no que tinha a dizer.
Voce falou com uma energia muito forte, mas ao mesmo tempo muito encorajadora. Quando estou em dúvida, é só lembrar desse puxão de orelha.
Muito obrigada.
elainegomes
Olá Ilenice, tudo bem???
Puxa, que bom que gostou, e que bom que vamos refletindo pela vida!!!
Obrigada pela presença, lembrança e pelo carinho!!!
Grande beijo e mande notícias! Contando muitas histórias???
Até breve!
Elaine.