<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Elaine Gomes</title>
	<atom:link href="http://www.elaine.culturadebolso.org/feed" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://www.elaine.culturadebolso.org</link>
	<description>Cultura &#38; Arte</description>
	<lastBuildDate>Tue, 14 Feb 2012 18:09:11 +0000</lastBuildDate>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.org/?v=3.2.1</generator>
<xhtml:meta xmlns:xhtml="http://www.w3.org/1999/xhtml" name="robots" content="noindex" />
		<item>
		<title>Páginas</title>
		<link>http://www.elaine.culturadebolso.org/galeria/paginas</link>
		<comments>http://www.elaine.culturadebolso.org/galeria/paginas#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 14 Feb 2012 18:09:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>elainegomes</dc:creator>
				<category><![CDATA[galeria]]></category>
		<category><![CDATA[livro]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.elaine.culturadebolso.org/?p=319</guid>
		<description><![CDATA[Um grande amigo me contou essa história incrível, e é tão incrível, porque ela é real, e ao mesmo tempo poderia fazer parte daqueles livros, dos filmes, que deixam impactados, pela beleza, dentro de uma tragédia. Vimos em todos os meios de comunicação o desastre com os prédios no Rio de Janeiro.  E não é [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Um grande amigo me contou essa história incrível, e é tão<br />
incrível, porque ela é real, e ao mesmo tempo poderia fazer parte daqueles<br />
livros, dos filmes, que deixam impactados, pela beleza, dentro de uma tragédia.<br />
Vimos em todos os meios de comunicação o desastre com os prédios no Rio de<br />
Janeiro.  E não é que no térreo do prédio<br />
tinha uma livraria, o trabalho de 15 anos de um homem, que quando voltou para<br />
ver o que tinha sobrado se deparou com o pó, apenas pó! Ele olhou para aquilo,<br />
tudo e disse, que da vida não levamos nada, apenas aquilo que vivemos. E dois<br />
dias depois, ele pegou todos os livros que tinha em casa, abriu o porta-malas<br />
do seu carro, e no mesmo lugar da livraria, começou a vender os livros. Falou<br />
com os jornaleiros próximos, e como uma grande rede, todos estavam divulgando<br />
que a livraria continuava ali, com ele, com a força de um homem, que diante da<br />
perda de 15 anos, aprendeu que o maior bem, é que cultivamos dentro de nós. E<br />
essa atitude, faz com que tantas pessoas queiram também entregar os seus<br />
livros, e construir uma nova livraria. A beleza que vejo, é a coragem, é ficar<br />
do nosso lado, é no pior dar o seu melhor, para continuar vivendo,<br />
privilegiando o milagre da existência!</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.elaine.culturadebolso.org/galeria/paginas/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Niver SAMPA</title>
		<link>http://www.elaine.culturadebolso.org/sem-categoria/niver-sampa</link>
		<comments>http://www.elaine.culturadebolso.org/sem-categoria/niver-sampa#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 25 Jan 2012 17:20:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>elainegomes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Apresentação]]></category>
		<category><![CDATA[galeria]]></category>
		<category><![CDATA[livro]]></category>
		<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[alltv]]></category>
		<category><![CDATA[arte]]></category>
		<category><![CDATA[contação]]></category>
		<category><![CDATA[cultura]]></category>
		<category><![CDATA[elaine]]></category>
		<category><![CDATA[gomes]]></category>
		<category><![CDATA[sampa]]></category>
		<category><![CDATA[textos]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.elaine.culturadebolso.org/?p=306</guid>
		<description><![CDATA[São Paulo, 25 de janeiro de 2012. São 458 anos, comemorados nesse dia. Uma cidade impressionante e impactante, quanta diversidade. Quantas cidades dentro da cidade, tanta gente de tantos lugares que escolhem ficar por aqui, seja pelo sonho, pela promessa das oportunidades, ou ainda pela energia dos lugares. Talvez a pressa, a velocidade dos acontecimentos, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>São Paulo, 25 de janeiro de 2012. São 458 anos, comemorados nesse dia. Uma cidade impressionante e<br />
impactante, quanta diversidade. Quantas cidades dentro da cidade, tanta gente<br />
de tantos lugares que escolhem ficar por aqui, seja pelo sonho, pela promessa<br />
das oportunidades, ou ainda pela energia dos lugares. Talvez a pressa, a<br />
velocidade dos acontecimentos, as luzes brilhando 24h por dia, realmente o<br />
sonho acordado! Um acordo de viver intensamente, de encontrar e reencontrar, as<br />
descobertas, o olhar que muitas vezes é estrangeiro, mesmo morando na cidade<br />
tantos anos, mas sempre há uma novidade, mesmo que seja na rotina, no<br />
cotidiano. Ah, São Paulo, desejo conquistas, mais diversidade e muitas<br />
possibilidades. Que as pessoas saibam aproveitar a lindeza, de estar aqui, não<br />
importa por quanto tempo, mas que este seja significativo. Esteja presente da<br />
melhor forma possível na sua história, na minha e de tantos outros que<br />
passarão, deixarão uma linha, nas páginas desses 458 e tantos anos! Parabéns<br />
São Paulo!!!</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.elaine.culturadebolso.org/sem-categoria/niver-sampa/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Temor</title>
		<link>http://www.elaine.culturadebolso.org/galeria/temor</link>
		<comments>http://www.elaine.culturadebolso.org/galeria/temor#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 16 Jan 2012 20:36:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>elainegomes</dc:creator>
				<category><![CDATA[galeria]]></category>
		<category><![CDATA[livro]]></category>
		<category><![CDATA[ajuda]]></category>
		<category><![CDATA[arte]]></category>
		<category><![CDATA[conhecimento]]></category>
		<category><![CDATA[cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Elaine Gomes]]></category>
		<category><![CDATA[histórias]]></category>
		<category><![CDATA[matisse]]></category>
		<category><![CDATA[texto]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.elaine.culturadebolso.org/?p=303</guid>
		<description><![CDATA[Ultimamente essa palavra, temor, me faz refletir. Uma reflexão tanto quanto cultural, percebendo a partir do meu contato com tantas pessoas, o quanto é pertinente. Ela também aparece em alguns programas, livros, palestras, de pessoas que eu admiro e que também discutem essa questão. Uma vez que o temor nos impede de realizar tantos projetos, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ultimamente essa palavra, temor,<br />
me faz refletir. Uma reflexão tanto quanto cultural, percebendo a partir do meu<br />
contato com tantas pessoas, o quanto é pertinente. Ela também aparece em alguns<br />
programas, livros, palestras, de pessoas que eu admiro e que também discutem<br />
essa questão. Uma vez que o temor nos impede de realizar tantos projetos, e que<br />
acaba ficando só no plano das ideias, muitas vezes jamais realizados, uma pena!<br />
O temor, sinônimo de medo, parceiro do será&#8230; Sentimento que paralisa, que não<br />
resolve e não estimula, muito pelo contrário nos impede, nos deprime, no<br />
sentido da palavra cair, ficar lá em baixo. E o que vemos são pessoas cada vez<br />
mais, entrando na zona de conforto, desistindo dos projetos, e o pior<br />
desistindo dos sonhos.  E nesse momento<br />
poderíamos nos perguntar, o que fazer para driblar o temor, esse sentimento de<br />
negação e não de desafio para a realização? Acredito muito na sintonia, como se<br />
fossemos uma grande antena que vai sintonizando, mas não pode ser uma sintonia<br />
aleatória, precisa saber o que se quer sintonizar e o que é importante para<br />
mim, o que de fato irá me fazer feliz, ou melhor, o sentimento de realização de<br />
possibilidades e não de dificuldades de derrota. Pense naqueles momentos em que<br />
realizamos milagres, algo tão bem feito, aquela sensação de coisa boa<br />
realizada. Entre nessa estação, sinta como é bom estar ali, como você é capaz.<br />
Não fique na sintonia do que não foi tão bom, embora seja muito mais fácil,<br />
parece até que é normal, valorizar o que foi ruim, o que não deu certo. Diga um<br />
grande não para as sensações de perda, de fracasso, e mais uma vez sintonize o<br />
que de fato é você, sua verdadeira sintonia. Experimente, qual é a sensação,<br />
aquela de conquista, de dias felizes, ficando ao seu lado, valorizando suas ideias<br />
e feitos. Dessa maneira não há temor que te segure, não há medo que te impeça<br />
de realizar, todos os seus projetos, de reencontrar todos os seus sonhos!</p>
<p>Texto inspirado na obra de HENRI<br />
MATISSE)</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.elaine.culturadebolso.org/galeria/temor/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>2</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Livro Infantil</title>
		<link>http://www.elaine.culturadebolso.org/sem-categoria/livro-infantil</link>
		<comments>http://www.elaine.culturadebolso.org/sem-categoria/livro-infantil#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 11 Jan 2012 20:07:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>elainegomes</dc:creator>
				<category><![CDATA[galeria]]></category>
		<category><![CDATA[livro]]></category>
		<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[Elaine Gomes]]></category>
		<category><![CDATA[Livraria]]></category>
		<category><![CDATA[Vanessa Meriqui]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.elaine.culturadebolso.org/?p=297</guid>
		<description><![CDATA[&#160; Galinda é uma galinha muito especial. Durona, possui  um coração repleto de boas intenções. Ao perder a memória, ela só se lembra  de seus quatro filhos, que estão desaparecidos. E, ao sair em busca de todos, acaba por encontrar novos filhos. O texto trabalha a questão da adoção de maneira lúdica e pedagógica, tornando-se [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_298" class="wp-caption aligncenter" style="width: 287px"><a href="http://www.elaine.culturadebolso.org/wp-content/uploads/2012/01/livro_infantil.png"><img class="size-medium wp-image-298" title="Livro Infantil " src="http://www.elaine.culturadebolso.org/wp-content/uploads/2012/01/livro_infantil-300x213.png" alt="" width="277" height="153" /></a><p class="wp-caption-text">Livro Infantil - Lançamento</p></div>
<p>Galinda é uma galinha muito especial. Durona, possui  um coração repleto de boas intenções. Ao<br />
perder a memória, ela só se lembra  de<br />
seus quatro filhos, que estão desaparecidos. E, ao sair em busca de todos,<br />
acaba por encontrar novos filhos.</p>
<p>O texto trabalha a questão da adoção de maneira lúdica e<br />
pedagógica, tornando-se muito útil para o desenvolvimento da criança e para o<br />
trabalho educativo de pais e professores.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A autora do livro é a jornalista e contadora de histórias<br />
VANESSA MERIQUI. Vanessa é daquelas mulheres, que não esmorecem diante da<br />
adversidade, se emociona,  mas continua<br />
sempre presente na vida, e agora proporcionando por meio da escrita, da<br />
literatura infantil, a preciosidade da realização. Vanessa multiplica, espalha<br />
com brilho no olho e por meio das histórias, felicidade e vontade de trilhar e<br />
construir belíssimos caminhos. E como a personagem do seu livro, está sempre<br />
acolhendo com muita alegria: crianças, idosos, adultos&#8230;</p>
<p>Vanessa é uma grande parceira das narrações de histórias e<br />
do meu programa QUE HISTÓRIA É ESSA? E no lançamento do seu livro, eu fui<br />
convidada por ela, para estar lá, contando mais histórias! E se você estiver em<br />
São Paulo, apareça!!!</p>
<p>Até breve!</p>
<p>Elaine.</p>
<p>Dia 14/01</p>
<p>16h &#8211; Livraria Da Vila &#8211; Alameda Lorena &#8211; Jardins</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.elaine.culturadebolso.org/sem-categoria/livro-infantil/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Livro QUE HISTÓRIA É ESSA?</title>
		<link>http://www.elaine.culturadebolso.org/galeria/livro-que-historia-e-essa</link>
		<comments>http://www.elaine.culturadebolso.org/galeria/livro-que-historia-e-essa#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 04 Jan 2012 00:31:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>elainegomes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Apresentação]]></category>
		<category><![CDATA[galeria]]></category>
		<category><![CDATA[livro]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.elaine.culturadebolso.org/?p=288</guid>
		<description><![CDATA[Que história é essa? Uma poesia, quase brincadeira que virou um livro, com algumas páginas cheias de emoção. E quando publicamos algo tão pessoal, não temos a ideia qual direção irá tomar. Uma das histórias que fiquei sabendo foi da menininha Nayara. Sua avó lhe deu o livro, a menina ficou tão feliz, segurando o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Que história é essa? Uma poesia, quase brincadeira que virou um livro, com algumas páginas cheias de emoção. E quando publicamos algo tão pessoal, não temos a ideia qual direção irá tomar. Uma das histórias que fiquei sabendo foi da menininha Nayara. Sua avó lhe deu o livro, a menina ficou tão feliz, segurando o livro, andando para todos os lados! Nayara tem quatro anos, ainda não aprendeu a ler, mas cheia de iniciativas, pediu para a sua irmã ler cada página para ela, e pelas imagens, ela foi associando as palavras, até que as decorou. Mas é daquele decorar, aquele de coração, e saiu pela casa fazendo de conta que estava lendo o livro. E não é que ela faz tão perfeitamente, que o livro, as palavras saem da boca daquela menina, feito leitura. E eu fiquei sabendo dessa história, pela avó da menina, que de tão orgulhosa da neta, sorri com os olhos, ao pronunciar: Nayara!</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.elaine.culturadebolso.org/galeria/livro-que-historia-e-essa/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Cores</title>
		<link>http://www.elaine.culturadebolso.org/galeria/cores</link>
		<comments>http://www.elaine.culturadebolso.org/galeria/cores#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 08 Nov 2011 00:20:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>elainegomes</dc:creator>
				<category><![CDATA[galeria]]></category>
		<category><![CDATA[livro]]></category>
		<category><![CDATA[arte]]></category>
		<category><![CDATA[autoajuda]]></category>
		<category><![CDATA[cor]]></category>
		<category><![CDATA[Elaine Gomes]]></category>
		<category><![CDATA[escritora]]></category>
		<category><![CDATA[história]]></category>
		<category><![CDATA[matisse]]></category>
		<category><![CDATA[metafisica]]></category>
		<category><![CDATA[pintura]]></category>
		<category><![CDATA[vida]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.elaine.culturadebolso.org/?p=265</guid>
		<description><![CDATA[Coisa bonita, ter a certeza do que ser quer, puxa como gostaria de ter descoberto bem cedo, talvez criança ainda! Mas não sucedeu assim, desde criança sempre quis muitas coisas, uma vontade tamanha de voar pelo mundo, só para tentar descobrir qual era a minha tarefa aqui?! Depois de muito tempo, de muitas tentativas, muito [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Coisa bonita, ter a certeza do que ser quer, puxa como gostaria de ter descoberto bem cedo, talvez criança ainda! Mas não sucedeu assim, desde criança sempre quis muitas coisas, uma vontade tamanha de voar pelo mundo, só para tentar descobrir qual era a minha tarefa aqui?! Depois de muito tempo, de muitas tentativas, muito trabalho, e muito pouco de remuneração, estou mais uma vez procurando, feito criança, o que eu gostaria de ter feito? O que eu quero fazer, e assumir de vez, que ainda dá tempo, dá muito tempo, sim senhor, não duvide e não desvie dos seus feitos, que ainda estão por se realizar. Será que sou eu falando comigo mesmo, ou é a voz dele, desse grande mestre, que felizmente não se cansa de mim. Para ser sincero se fosse ao contrário, eu o mestre, já tinha me cansado. Sempre fiquei procurando no azul do céu, acreditando que a resposta viria de lá, assim, sem mais e nem menos, eu teria uma visão, algo caindo do céu, me revelando a certeza do que fazer! Raramente, o verde do mar, mas do mar tenho muito receio, deve ser daquela vontade de entrar, descobrir a cidade perdida e não querer voltar! Mas das flores, as vermelhas principalmente, despertam a vontade de amar, concordo com os que dizem que na vida, o que importa de fato, é o amor, o resto é só o resto! Embora eu tenha tido poucas experiências felizes nesse aspecto característico do amor. Os meus amores sempre sofridos, longos e platônicos, ou muito curtos e rápidos, feito brisa, ora meio ventania! O que importa é que vou encontrando as matizes pela vida, ando muito observador, um pouco cansado por dentro, então resolvi deixar ir, quem sabe assim, não encontro resposta, para aquela pergunta dos tempos de criança! Quem sabe não encontro outras misturas de cores, quem sabe não ouso a deixar de ser um aprendiz, tomo coragem, e me torno mestre?! Assim seja&#8230;</p>
<p>Inspirado nas obras de HENRI MATISSE!</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.elaine.culturadebolso.org/galeria/cores/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Lar</title>
		<link>http://www.elaine.culturadebolso.org/galeria/lar</link>
		<comments>http://www.elaine.culturadebolso.org/galeria/lar#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 28 Oct 2011 17:16:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>elainegomes</dc:creator>
				<category><![CDATA[galeria]]></category>
		<category><![CDATA[livro]]></category>
		<category><![CDATA[arte]]></category>
		<category><![CDATA[contos]]></category>
		<category><![CDATA[elaine]]></category>
		<category><![CDATA[gomes]]></category>
		<category><![CDATA[henri]]></category>
		<category><![CDATA[histórias]]></category>
		<category><![CDATA[lar]]></category>
		<category><![CDATA[mar]]></category>
		<category><![CDATA[matisse]]></category>
		<category><![CDATA[narração]]></category>
		<category><![CDATA[pintura]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.elaine.culturadebolso.org/?p=261</guid>
		<description><![CDATA[Iniciou a noite caminhando pela orla, o mar estava agitado naquela madrugada, sim, já era muito tarde, e ele continuava caminhando. O vento soprava forte em sua face, não chovia,  apenas os respingos do mar, da raiva, do movimento, da necessidade das águas, que iam e vinham, como em desespero querendo encontrar um lugar, se [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="center">Iniciou a noite caminhando pela<br />
orla, o mar estava agitado naquela madrugada, sim, já era muito tarde, e ele continuava<br />
caminhando. O vento soprava forte em sua face, não chovia,  apenas os<br />
respingos do mar, da raiva, do movimento, da necessidade das águas, que iam e vinham, como em desespero<br />
querendo encontrar um lugar, se alojar na calmaria de algum colo amado. Ele não ligava para as ondas agitadas, porque se<br />
identificava com elas, dentro do peito a mesma agitação instalada, o mesmo movimento, a mesma<br />
necessidade de encontrar abrigo no colo amado. Não estava sozinho na sua caminhada afoita e solitária, deparava com tantas pessoas, sentadas,<br />
também caminhando, correndo, querendo um lar. Tão longo o caminho, se realmente soubesse aonde chegar, para<br />
que a pressa, porque estava correndo desesperadamente, e como o despertar, uma<br />
rajada de vento o jogou de encontro a uma onda, que transbordou do mar e<br />
invadiu a orla, a calçada, os bancos, as pessoas, o caminho, o seu caminho! Ele<br />
parou desanuviou o olhar, e viu lá na frente, com a clara visão, todo o caminho, estava iluminado, uma curva grande feita<br />
pelas luzes da cidade, era a única<br />
clareza que possuía<br />
naquele instante, e lá no<br />
final, no fim da tal curva, ele podia enxergar, como uma estrela, piscando!<br />
Percebeu que o mesmo tempo do piscar, estava em seu peito, parecia o mesmo movimento,<br />
o mesmo compasso&#8230; Então ele<br />
correu para alcançá-la, e<br />
o ritmo do pisca aumentou, da mesma maneira como o ritmo dentro do seu peito,<br />
até que a estrela ficou ainda mais distante e se apagou! Tão cansado que estava parou, podia ouvir o<br />
seu peito, que por alguns instantes também parou, e a onda, a onda novamente o<br />
despertou, ele abriu os olhos e viu que dentro do peito o compasso era outro,<br />
estava mais lento, mais tranqüilo, mais paciente! Olhou para o fim da curva,<br />
virou-se, retornando para o seu lar!</p>
<p>Voltou pensando e conversando:<br />
- Ah, Mestre, sei que está aí, sei que apagou a estrela, por quê? Ora,<br />
meu amigo, simples, porque ainda não é a hora, seja paciente, ao invés de apressar, compreenda,<br />
olhe o mar!</p>
<p>O passo agora era tão diferente, sem pressa, porque não há pressa quando se quer estar com você mesmo!</p>
<p>Obrigado meu amigo, meu Mestre!</p>
<p align="right">Sempre por perto!</p>
<p align="right">Inspirados nas obras de Henri Matisse.</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.elaine.culturadebolso.org/galeria/lar/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Amar</title>
		<link>http://www.elaine.culturadebolso.org/galeria/amar</link>
		<comments>http://www.elaine.culturadebolso.org/galeria/amar#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 24 Oct 2011 22:31:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>elainegomes</dc:creator>
				<category><![CDATA[galeria]]></category>
		<category><![CDATA[livro]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.elaine.culturadebolso.org/?p=259</guid>
		<description><![CDATA[Pensou em fazer um canteiro de flores, para a sua amada, ela que já tinha tantas, era a mais bela flor, bem dizendo! Ele olhou para as suas mãos calejadas, ficava por horas na enxada, capinando, capinando e no final da tarde, via o seu feito, a terra preparada para receber mais sementes, mais mudas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="center">
<p>Pensou em fazer um canteiro de<br />
flores, para a sua amada, ela que já tinha tantas, era a mais bela flor, bem dizendo! Ele olhou<br />
para as suas mãos<br />
calejadas, ficava por horas na enxada, capinando, capinando e no final da<br />
tarde, via o seu feito, a terra preparada para receber mais sementes, mais<br />
mudas de plantas. Gostava de deixar algumas trilhas entre os canteiros, para<br />
que ela pudesse correr entre eles, dar uma escapadinha e se misturar com todas<br />
elas! Ele preparava com tanto gosto, tamanho afinco, que quando as sementes,<br />
germinavam, já se via<br />
o colorido, a beleza que surgiria naquela parte do mundo! Ele explorava a<br />
terra, de joelhos ia preparando o solo, segurava a terra em suas mãos, afofava com tanto carinho, que tudo se<br />
cumpria, era mais o tratamento, do que a qualidade da muda ou da semente. Era<br />
esse o presente ofertado para a sua amada, um enorme canteiro de flores, feito<br />
pelas suas próprias mãos. E sempre quando ela, a  sua amada, saía do seu castelo, e ia passear entre os canteiros, admirava<br />
cada uma das flores, algumas escolhidas para o arranjo, outra escolhida<br />
especialmente para os cabelos. Ela não percebia direito, aquele homem, das mãos calejadas, com a enxada na mão, mas que por demais, a admirava, e vivia<br />
para criar canteiros de flores para ela! O que o confortava era o sorriso nos lábios dela, o brilho de contentamento nos<br />
olhos, quando ela andava colhendo as flores, por entre os canteiros.</p>
<p>Ah, mestre, porque é assim? Acho<br />
que nunca ela irá me<br />
notar, mas fico feliz porque ela nota as flores, e em cada flor está uma parte de mim, o meu coração, a minha alma!</p>
<p>Meu filho e amigo, em cada<br />
flor, ela está<br />
levando o seu amor! Lembre-se, o amor, é assim, ele só existe se você permite entregá-lo! E você entrega para essa mulher, em<br />
forma de flor o seu amor, ela anda por ele, sente o aroma, a cor do sentimento<br />
mais puro, aquele que não<br />
exige, não cobra, apenas existe!</p>
<p>Veja o amor, nos olhos dela,<br />
nos cabelos, nas mãos&#8230;<br />
Ela está levando com ela, o seu amor! Esse que você<br />
simplesmente ofertou&#8230;</p>
<p>Sabe mestre, me dá uma paz pensar assim, porque tal como as<br />
flores, o amor está em<br />
mim, me dando beleza, força, graça, esperança, suavidade, alegria&#8230; O tempo<br />
que tiver que durar&#8230; E estará com<br />
ela também&#8230; Só vai<br />
depender de cada um de nós, cultivar,<br />
regar, plantar e replantar&#8230;</p>
<p>Muito bem meu amigo, sendo<br />
assim, me dê um pouco de amor&#8230; E o jardineiro respondeu: &#8211; que tal um arranjo<br />
de margaridas!?</p>
<p align="right"> Agradecido!</p>
<p align="right">Inspirado nas obras de Henri Matisse.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.elaine.culturadebolso.org/galeria/amar/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Lidar</title>
		<link>http://www.elaine.culturadebolso.org/galeria/lidar</link>
		<comments>http://www.elaine.culturadebolso.org/galeria/lidar#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 24 Oct 2011 22:29:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>elainegomes</dc:creator>
				<category><![CDATA[galeria]]></category>
		<category><![CDATA[livro]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.elaine.culturadebolso.org/?p=257</guid>
		<description><![CDATA[Todas as manhãs ele saía cansado no corpo e muito descansado no espírito. Trabalhava em um grande e famoso hotel, era tanto vai e vem, tantas cores, tanta diversidade, ele achava tudo  muito estranho, mas era esse o seu ofício. Quando ele terminava o seu trabalho, muitos estavam iniciando, as mais variadas atividades. Mas ali [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="center">
<p>Todas as manhãs ele saía cansado no corpo e muito descansado no espírito. Trabalhava em um grande e famoso<br />
hotel, era tanto vai e vem, tantas cores, tanta diversidade, ele achava<br />
tudo  muito estranho, mas era esse o seu<br />
ofício. Quando ele terminava o seu trabalho,<br />
muitos estavam iniciando, as mais variadas atividades. Mas ali dentro daquele<br />
lugar, dentro do hotel, durante o trabalho, ele pensava em inúmeras possibilidades de vida! E se ele<br />
tivesse a vida daquele executivo que sentou logo ali, a sua frente, todo<br />
vestido de preto, carregando o peso da pasta, cheia de responsabilidades, mas<br />
ele mesmo assim, pode parar uns cinco minutos, ficou me olhando, parado, como<br />
suspenso no ar. Quando terminei, ele foi embora, sem dizer uma palavra sequer,<br />
apenas me agradeceu com um aceno de consentimento com a cabeça, mas não desgrudou da pasta, seguiu carregando os<br />
sonhos e as responsabilidades. Tão logo iniciei outra ela chegou esbaforida, toda de<br />
vermelho, bonita que só ela,<br />
sentou-se mais longe, ficou olhando, mas parecia que olhava o mar, percebi que<br />
se emocionava, talvez lembrando de algo, ia me acompanhando com o balanço dos<br />
pés, que não<br />
tocavam o chão, ela<br />
havia sentado em um banco, mas com certeza, continuava firmemente observando e<br />
conversando com o mar, enquanto me via trabalhar. Terminei mais uma e ela<br />
continuou ali, não foi<br />
embora como o homem das responsabilidades e dos sonhos, a mulher que<br />
transbordava nos olhos a saudade, ficou mais um pouco por ali. Talvez fosse<br />
grande demais, a vontade de reviver, o que estava na lembrança, eu podia<br />
perceber! Mas na terceira, ela se levantou e simplesmente saiu, não olhou para trás, talvez para não sentir saudades mais uma vez! Foi quando<br />
os dois chegaram, lindos, felizes, de mãos dadas, ele puxou a cadeira para ela, e ela sorriu<br />
docemente, estes não<br />
tinham olhos para  mim, só tinham olhos para os olhos de cada um&#8230;<br />
Eu estava no meu trabalho, e como o homem dos sonhos e da responsabilidade, ou<br />
a mulher das saudades, o casal só tinha olhos para o casal! Enquanto trabalhava, eu também ia<br />
pensando, será que não vão prestar atenção em mim?!  Talvez<br />
tenham prestado mais do que eu pude perceber, mas foi só quando os dois se levantaram com a taça de<br />
vinho nas mãos,<br />
entrelaçaram os dedos da outra, e se beijaram, foi que eu pude perceber o valor<br />
do meu trabalho, ali naquele hotel! E quando olhei atrás de mim, lá estava ele mais uma vez, só que agora com um brando sorriso no rosto. Perguntei: -<br />
mestre o que está<br />
acontecendo, por que só agora<br />
pude perceber? Tantas noites, tantas pessoas, tantas cenas parecidas com as<br />
dessa noite, e nunca percebi tamanho valor!!?</p>
<p>Ah, meu querido artista, como<br />
gosto do seu trabalho, como é confortante ouvi-lo todas as noites, para tantas<br />
platéias! Algumas noites mesas e cadeiras cheias, outras vazias, uma ou outra,<br />
uns ficam, outros vão<br />
embora&#8230; Tanta beleza na noite, no seu trabalho, e mesmo assim, você sempre ia<br />
embora reclamando, nunca estava satisfeito, sempre querendo o que não era seu &#8211; você está aqui lindamente no hotel, querendo estar<br />
no teatro. Ah, meu filho, porque demorastes tanto para perceber que cada um<br />
serve a sua platéia, a sua audiência, cada artista pertence ao seu público, aquele que precisa do seu trabalho,<br />
da sua inspiração e a<br />
sua por enquanto está aqui,<br />
pedindo a sua poesia, e a cada noite você negava mais um pouco. Até que o homem<br />
da pasta de sonhos e responsabilidades chegou, te dizendo sem palavras o quanto<br />
o seu trabalho é importante para que ele cumpra com as responsabilidades e<br />
continue sonhando. E a mulher, lhe dizendo, que bom que você estava ali, porque<br />
diminuía a dor da perda, alimentando somente a<br />
saudade! E aquele casal, te mostrando o tempo todo, que o seu trabalho, amplia<br />
em todas as direções, a<br />
vontade de viver, a esperança de amar e ser amado, para sempre!</p>
<p>Sim, mestre, finalmente nessa<br />
noite eu pude perceber, e sorri pela primeira vez, depois de uma infinidade de<br />
noites, apenas tocadas e jamais sentidas! Fecho o meu piano, com a certeza de<br />
que  a minha felicidade está em mim, e na maneira que eu a espalho para<br />
o mundo, com a música,<br />
em cada nota, chamada vida!</p>
<p>Vamos? Já está amanhecendo, ainda dá tempo de ver o nascer do sol?</p>
<p>- Sempre meu amigo!!!</p>
<p style="text-align: left;" align="right">Inspirados nas obras de Henri Matisse.</p>
<p align="right">
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.elaine.culturadebolso.org/galeria/lidar/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Dance</title>
		<link>http://www.elaine.culturadebolso.org/sem-categoria/dance</link>
		<comments>http://www.elaine.culturadebolso.org/sem-categoria/dance#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 24 Oct 2011 22:26:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>elainegomes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.elaine.culturadebolso.org/?p=255</guid>
		<description><![CDATA[Saíam dançando pela sala, jogavam o tapete para junto dos pés do sofá e na vitrola, ora música para rodopiar, ora música para ficar junto bem junto! Era assim, feito noivos felizes no altar, quase todas as noites, estavam ali os dois, as músicas já eram conhecidas, e os discos já estavam quase arranhados, mas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="center"><strong></strong></p>
<p>Saíam dançando pela sala, jogavam o tapete<br />
para junto dos pés do sofá e na<br />
vitrola, ora música para<br />
rodopiar, ora música<br />
para ficar junto bem junto! Era assim, feito noivos felizes no altar, quase<br />
todas as noites, estavam ali os dois, as músicas já eram<br />
conhecidas, e os discos já<br />
estavam quase arranhados, mas era bom demais! Mesmo quando um dos dois não estava presente, a música era tocada e a dança continuava,<br />
sempre! A sala era muito alegre e ao mesmo tempo clássica, livros na estante e os discos,<br />
muitos discos. Tinha também uma lareira, as paredes com motivos florais, tudo<br />
muito acolhedor e alegre por demais! Durante a semana, eles se encontravam,<br />
para conversar, ler, tomar vinho e dançar, claro! Certa noite, um quadro<br />
chegou, era uma pintura linda, muito colorida, cores fortes, expressivas!<br />
Ficavam mais algumas horas, agora, tinham a música, os livros, os discos, a pintura e a dança! Quanta<br />
alegria, entusiasmo em viver, com tamanha felicidade! Alguns vizinhos não<br />
compreendiam,<br />
como poderia ser aquilo, como podiam ser tão felizes, apenas dançando? Olhando uma pintura, com tantos<br />
livros na estante, que tanto conversavam e riam, riam, riam&#8230; Assim, dias e<br />
dias, noites e noites&#8230; uns até desconfiavam de magia, poções<br />
da felicidade, um grande fingimento, eram artistas de circenses,<br />
interpretavam&#8230; Porque era tão difícil<br />
acreditar que tudo aquilo era a mais pura verdade, a felicidade estava ali,<br />
eram felizes dançando, lendo os livros, rindo alto, observando por horas a bela<br />
pintura?!</p>
<p>Até que em uma noite, não agüentando de tanta curiosidade, e de<br />
vontade de ser assim, a vizinhança não pediu licença e entrou, muita gente entrou, porque a<br />
maioria queria ser assim, saber porque eles eram assim, era tanta gente, que<br />
alguns ficaram pendurados na janela, no batente da porta, querendo ver&#8230; E<br />
enquanto eles dançavam, a música<br />
que fazia rodopiar, eles também olharam os livros na estante, os discos, a bela<br />
pintura, as taças de vinho, e viram também que no centro da sala, o tapete que<br />
tomava conta de tudo, foi arrastado, colocado de lado, não esquecido, mas naquele momento de todas<br />
as noites, ou de uma parte do dia, estava dando espaço para a felicidade!</p>
<p>Puxa, como era fácil, era só isso, era essa a poção mágica, tão simples, tão perto de cada um de nós, eles pensavam sem falar alto, apenas conversando consigo<br />
mesmo, cada pessoa da vizinhança, foi entendendo, que a felicidade tão<br />
próxima, pedindo tantas vezes, silenciosamente, um lugar!!!</p>
<p>Afaste o tapete, deixe<br />
um espaço e dance!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: left;" align="right">Inspirado nas obras de Henri Matisse.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.elaine.culturadebolso.org/sem-categoria/dance/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>

